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Saiba mais sobre o surto do vírus Marburg

13.02.2023

Por: Mell

Mellanie Fontes-Dutra (Mell)

Biomédica, Neurocientista (mestra e doutora), Professora @Unisinos e #SciComm em @redeanalise. Ela/Dela | #DefendaoSUS

Recentemente, fiz um fio com 10 vírus para ficar de olho, e um dos integrantes dessa lista é o Marburg.

A Guiné Equatorial🇬🇶 confirmou hoje seu primeiro surto desse vírus, com pelo menos 9 indivíduos morreram de febre hemorrágica viral

Sem alarmismo, mas algumas infos 🧶👇

SOBRE O SURTO: temos registro de 9 indivíduos que faleceram da febre hemorrágica viral, doença que pode ser causada pelo vírus Marburg, que tem muitos paralelos com a doença que o Ebola causa. Ainda, 16 casos suspeitos sintomáticos estão sendo acompanhados

O VÍRUS: O vírus Marburg é um parente do Ebola e causa sintomas de início abrupto, como febre alta, dor de cabeça e mal-estar intenso. Em casos sérios, pode levar a febre hemorrágica. A taxa de letalidade pode ser alta, dependendo das condições de saúde

https://www.afro.who.int/countries/equatorial-guinea/news/equatorial-guinea-confirms-first-ever-marburg-virus-disease-outbreak

Os sintomas hemorrágicos podem surgir ao longo de 7 dias. O vírus é altamente infeccioso, e "é transmitido às pessoas por morcegos frugívoros e se espalha entre os humanos por meio do contato direto com os fluidos corporais de pessoas, superfícies e materiais infectados"

Em 2021, tivemos a primeiro caso detectado em Guiné 🇬🇳 desse vírus

Em 2022, tivemos casos em Gana🇬🇭, como comento no fio abaixo:

DEVO ME PREOCUPAR? A @WHO já está coordenando a resposta a emergência, e graças a rápida detecção do vírus pelas autoridades de Guiné Equatorial, temos as ferramentas para fazer sua contenção. Porém, traz alertas importantes como o abaixo:

A vigilância constante e incentivos a pesquisas com novos tratamentos e vacinas contra vírus como este são críticas para uma resposta cada vez mais assertiva. Hoje não temos vacinas aprovadas contra o Marburg, mas há pesquisas em fase clínica

A terapia atualmente se dá com “cuidados de suporte – reidratação com fluidos orais ou intravenosos – e tratamento de sintomas específicos melhoram a sobrevida” segundo a @WHO

Originally tweeted by Mellanie Fontes-Dutra, PhD (@mellziland) on 13 de February de 2023.

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